Entenda o que é a febre chikungunya e como evitar a doença

Entenda o que é a febre chikungunya e como evitar a doença

Nos últimos anos, o Brasil vem enfrentando sérios problemas com o avanço das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. Esse mosquito, com menos de 1 centímetro, e que pode ser identificado por sua cor preta e manchas brancas, é proveniente da África, e atualmente está distribuído em quase todo o mundo.

O mosquito é transmissor da dengue, da febre amarela, da febre zika e da febre chikungunya. Doenças essas que exigem cuidados específicos devido à gravidade.

A febre chikungunya teve seu primeiro caso detectado no Brasil no ano de 2010, e desde então surgiram inúmeras outras ocorrências, sendo que em 2015 ocorreu um surto na América do Sul. Em 2016, ainda há ocorrências da doença, porém em menor número.

Leia atentamente os tópicos que preparamos para você e saiba como identificar, prevenir e tratar essa enfermidade.

Quais os sintomas da febre chikungunya?

Os sintomas da febre chikungunya são parecidos com os de uma virose. Porém, nem sempre é fácil de identificá-los. Inicialmente surge, de forma súbita, uma febre acima de 39ºC, acompanhada de fortes dores nas articulações dos pés, das mãos, dos dedos, dos tornozelos e dos pulsos, que são mais intensas que as causadas pela dengue. Além de dores de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas sobre a pele.

A doença tem baixo índice de mortalidade. O período de incubação do vírus é de 4 a 7 dias. Entretanto, os sintomas da doença, em algumas pessoas, podem se desenvolver de forma crônica, permanecendo de 6 meses a 1 ano.

Qual o tratamento recomendado para a doença?

Ao identificar os primeiros indícios da doença, deve-se imediatamente procurar um hospital, para verificar se não é um caso de dengue hemorrágica, cujo diagnóstico é muito parecido.

Ainda não existe tratamento específico para a febre chikungunya, portanto, o tratamento é para a febre e as dores no corpo. Assim, o médico deverá prescrever a medicação que pode incluir uso de paracetamol e anti-inflamatórios. Não é recomendável o uso de ácido acetilsalicílico, pois pode ocorrer hemorragia.

Os tratamentos caseiros podem incluir compressas de água fria sobre a testa e ingestão de muitos líquidos para amenizar a febre; compressas quentes para diminuição das dores nas articulações e ingestão de chá de gengibre para controlar as náuseas.

Vale lembrar que o tratamento pode ser necessário por um período de uma semana até um mês. Quando se tratar de caso crônico, os cuidados podem durar até um ano, incluindo fisioterapia.

Para que a doença não chegue à forma crônica, o repouso nos 7 primeiros dias é essencial.

Como prevenir?

A melhor forma de prevenção de qualquer uma das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti é a eliminação dos criadouros do mosquito; não deixando água parada e destampada ou sem cloro.

Manter o corpo coberto, utilizando blusas de manga longa, calças compridas e meias também é benéfico. Uma forma também recomendável para se evitar este mal, é a utilização de repelentes sobre a pele e de ambiente.

Lembre-se de nunca utilizar medicamentos sem a orientação médica, pois isso pode agravar a doença.

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